Fundação Telefônica

Tão longe, tão perto.

Acervos

Apresentação

A Fundação Telefônica é guardiã de um grande acervo histórico sobre a telefonia brasileira. Uma exposição sobre redes, convergências e emergências não pode prescindir desse magnífico conjunto de documentos e peças que tem sido organizado e conservado nos últimos dez anos.

As telecomunicações, ligando o que está tão perto com o que está tão longe, são, mais do que tecnologias que se sucedem, manifestações de imperativos culturais e de desdobramentos coletivos. Esse fenômeno sociocultural, que engloba a tecnologia, é visto da perspectiva de que a comunicação forma redes, enquanto as ações decorrentes de uma nova tecnologia modificam atitudes, comportamentos e valores. Além disso, cada vez mais, os vários desdobramentos convergem em realizações, muitas vezes antecipadas em sugestões que se perderam no tempo.

Percorrer esse acervo é necessário para trazer a discussão para além da simples descrição de novos veículos de comunicação. O acervo da Telefônica ilustra bem essa proposta, sendo para isso dividido em três percursos: os aparelhos, a rede e a construção desse sistema.

Os aparelhos telefônicos, em seus diversos disfarces, são os pontos que conectam as pessoas que querem se comunicar, que dizem e ouvem os “alôs!” e os “até mais!”.

As redes telefônicas são o enorme conjunto de conexões entre os aparelhos e as centrais telefônicas que selecionam e distribuem as vozes.

A telefonia como produto humano é, portanto, uma obra de construção e manutenção constantes. Trazer à tona o acervo de equipamentos e ferramentas criadas para esse fim ajuda a humanizar a nossa história.

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